Confira informações sobre as novas cepas do vírus, que já foram encontradas em diversos estados do Brasil.

  1. Alerta: confira os números das variantes no país
  2. Quem faz parte do grupo de risco da Covid-19
  3. Quais são os principais sintomas de Coronavírus
  4. Realize uma consulta imediatamente

Enquanto o mundo segue com campanhas de vacinação, também já iniciadas no Brasil, o aparecimento de diversas variantes do Coronavírus preocupa cientistas, a comunidade médica e a sociedade. Apesar de haver ainda apenas estudo preliminares, alguns já identificam que é possível que haja a redução dos imunizantes presentes nas vacinas. De acordo com o Ministério da Saúde, a P1, variante amazonense, já são mais de 200 casos registrados no país em 17 estados, incluindo reinfecções.

‘Variantes da preocupação’ é o nome dado às novas cepas da Covid-19, que estão disseminadas pelo Brasil. A Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz – realizou uma pesquisa que surge como alerta para o atual cenário que vivemos, que une o perfil de alta transmissão das variantes à necessidade de medidas que ajudem efetivamente a conter a propagação do vírus.

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Alerta: confira os números das variantes no país

Conforme divulgado pela entidade, as variantes do Sars-Cov-2 foram detectadas em 10 estados brasileiros, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, sendo a P1, identificada a princípio no Amazonas, a B.1.1.7, no Reino Unido; e a B.1.351, na África do Sul. A partir de testes realizados com um novo protocolo RT-PCR, a fundação confirmou a circulação dessas cepas em nosso território.

De acordo com reportagem divulgada pela CNN, no Ceará e no Paraná, as variantes já são mais de sete em cada dez casos, com 71,1% no CE e 70,4% no Paraná. Enquanto isso, nos dois estados em que as novas variantes não são majoritárias, os exames que indicam uma das três cepas ainda assim são expressivos, com 30,3% dos casos em Minas Gerais e 42,6% em Alagoas. Acredita-se que a variante originada no Amazonas seja a majoritária.

O estudo da Fiocruz solicita a ampla adoção de medidas não-farmacológicas para atuar na contenção do avanço do vírus e endurecer as medidas de restrição. Conforme descrito no comunicado:

“…os dados de prevalência das ‘variantes de preocupação’ em diversos estados e sua ampla dispersão no território, bem como os desafios ainda impostos pela sua alta transmissibilidade reforçam a necessidade imediata de adoção ampla de medidas nãofarmacológicas de proteção com o objetivo de reduzir a velocidade da propagação”.

Matéria divulgada pela Istoé Dinheiro levanta que a cepa brasileira é mais transmissível e invade o sistema imunológico, tendo uma carga viral até 10 vezes mais alta e sendo capaz de afetar a imunidade de pessoas que já tinham produzido anticorpos. Entrevista publicada no espanhol El Comércio, relata 3 questões que devem ser observadas com atenção na nova cepa brasileira: ela é mais transmissível, invade mais o sistema imunológico e é mais patogênica.

O Brasil é um dos países mais atingidos pela pandemia no mundo, com aproximadamente 10,5 milhões de infeções desde o registo do primeiro caso da doença, em 26 de fevereiro do ano passado, e ultrapassando mais de 255 mil mortes.

Ainda de acordo com a Istoé, esses números confirmam o Brasil como um dos países com maior foco da doença, com os seus 212 milhões de habitantes, sendo o segundo país com mais mortes pela doença no mundo, superado apenas pelos Estados Unidos, e como o terceiro com mais infeções, atrás do país norte-americano e da Índia.

Teleconsulta: o que é, como funciona e quais as vantagens

Dados da OMS – Organização Mundial da Saúde demonstram que cerca de 30 países já detectaram novas variantes, sendo que cada variante é diferente uma da outra por conta das mutações que elas passam.

Além disso, estudo realizado entre a USP, a Universidade de Oxford e o Imperial College de Londres, apontou que a variante brasileira se mostra capaz infectar de 25-61% de pessoas que possuíam alguma imunidade protetora, que vinha de uma infecção anterior, sendo importante uma pesquisa mais sensível e urgente para identificar a eficácia das vacinas e de seus imunizantes.

De volta ao estudo da Fiocruz, segundo a organização, dos 8 estados avaliados, apenas 2 não tiveram prevalência da mutação associada às variantes de preocupação acima de 50%: Minas Gerais teve 30,3% das amostras testadas como positivo para a mutação e Alagoas teve 42,6%. Os demais estados tiveram mais de 50% das amostras identificadas com a mutação.

O documento destaca ainda como fundamental a adoção das medidas que possam reduzir a velocidade da propagação e o crescimento do número de casos, como a restrição da circulação e das atividades não essenciais e a implementação imediata de planos e campanhas de comunicação, o fortalecimento do sistema de saúde e a necessidade de constituição de um pacto nacional para o enfrentamento da pandemia.

Imagem: Fiocruz

Para Dr. Carlos Camargo, cardiologista e CEO da Brasil Telemedicina, é um momento em que a população não deve, de forma alguma, relaxar nos cuidados que já vinham tomando, mas sim intensificar as medidas de segurança.

“O vírus deu um salto de evolução. Mais do que nunca, é preciso proteger os grupos de risco e sair de casa apenas em caso de necessidade. Inúmeros estudos estão sendo realizados por todo o mundo para trazer respostas que tragam apoio para minimizar a propagação do vírus. Entretanto, ao sentir qualquer desconforto, é importante procurar apoio médico imediato. É nesse contexto que a telemedicina vem para ajudar pacientes de todo o país, que agora podem realizar uma consulta online de onde estiverem e receber um suporte personalizado”, relata o médico.

Quem faz parte do grupo de risco da Covid-19

São considerados grupo de risco os portadores de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, e indivíduos fumantes, pessoas acima de 60 anos, gestantes, puérperas e crianças menores de 5 anos.

Estudos recém-publicados também trazem dados sobre os grupos de risco ligados a maior mortalidade por Sars-Cov-2, citando também as enfermidades hematológicas, incluindo anemia falciforme e talassemia, doença renal crônica em estágio avançado, imunodepressão provocada pelo tratamento de condições autoimunes, como o lúpus ou câncer, obesidade ou doenças cromossômicas com estado de fragilidade imunológica.

Atualmente, também foram inseridos à lista grupos de interesse para saúde pública devido à vulnerabilidade, como a população indígena, carcerária e residentes em instituições para idosos.

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Quais são os principais sintomas de Coronavírus

Fique atento, pois os sintomas da Covid-19 podem variar de um resfriado, a uma Síndrome Gripal-SG, com a presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos seguintes sintomas:

  • Tosse
  • Febre
  • Coriza
  • Dor de garganta
  • Dificuldade para respirar
  • Perda de olfato
  • Alteração do paladar
  • Náuseas/vômitos/diarreia
  • Cansaço
  • Diminuição do apetite
  • Falta de ar

Para se proteger, é importante seguir cumprindo os protocolos de segurança de forma ainda mais rígida. Estimule familiares, amigos e colegas de trabalho a utilizar máscara e realizar a higienização das mãos na prevenção da disseminação do vírus.

Realize uma consulta imediatamente!

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