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Conheça os principais sintomas da Ômicron e da nova gripe H3N2

Por 10/01/2022janeiro 24th, 2022Sem comentários

A princípio, as duas doenças virais do momento podem ser confundidas, mas há diferenças nos sintomas da Influenza e da Covid-19. É, ainda, possível se infectar por ambos os vírus ao mesmo tempo, caso denominado como Flurona.

Desconfortos como febre, tosse, dores de cabeça, dores no corpo e nas articulações, são sintomas que estão confundido a população nas últimas semanas. Essas sensações podem indicar tanto a Covid-19 – em especial, a nova cepa Ômicron, quanto a H3N2, uma variante do vírus Influenza A. As duas doenças respiratórias, por apresentarem muitas semelhanças, podem dificultar o diagnóstico de quem for acometido por um quadro de síndrome gripal, o que significa a necessidade imediata de um suporte médico, até porque as duas são potencialmente contagiosas.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) já alertou que, embora a cepa seja menos letal e tenha um menor risco de internação, a Ômicron ainda pode causar sobrecarga nos sistemas de saúde dos países. A variante novo coronavírus é considerada quatro vezes mais transmissível do que a delta nos estágios iniciais da Covid-19, preocupando autoridades de saúde em todo o mundo desde sua identificação, em novembro.

Acredita-se que a flexibilização nas medidas de segurança adotados durante a pandemia, tais como o uso de máscaras, o distanciamento social, a higienização frequente das mãos e objetos pessoais, além da baixa adesão na vacinação da influenza, contribuíram para que o H3N2, juntamente com a variante do Coronavírus, tivesse maior circulação neste final de ano. Por isso, para evitar o contágio de ambas as infecções, é necessário manter os protocolos de proteção e higiene.

De acordo com o Our World In Data, 334 milhões de doses já foram aplicadas no Brasil, o que corresponde à vacinação de 67,7% da população do país. Já as vacinas para a H3N2, de acordo com o Ministério da Saúde, devem chegar ao país em março. O Instituto Butantan, produtor da vacina contra a gripe adotada no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS), informou que o imunizante com a cepa Darwin já está sendo desenvolvido.

O meio de transmissão das duas doenças é a mesma: pelo ar. A transmissão da Influenza (H3N2 e outras gripes) e Covid-19 (Ômicron e demais variantes) acontece por inalação ou contato com gotículas de saliva, secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Portanto, a transmissão pode ocorrer por meio de:

  • Tosse
  • Espirro
  • Catarro
  • Apertos de mão
  • Contato pessoal próximo
  • Contato com objetos contaminados

Em relação à prevenção, existem inúmeras formas de se prevenir o contágio e proliferação das duas doenças – Covid-19 e Influenza. Confira:

  • Vacinação contra Covid-19 e Influenza
  • Uso de máscara
  • Uso de álcool gel
  • Lavagem das mãos com água e sabão
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca
  • Não compartilhar objetos pessoais
  • Ventilar ambientes
  • Evitar aglomerações e espaços fechados

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Entenda mais sobre a Ômicron

A nova cepa da Covid-19, denominada Ômicron, se alastrou rapidamente pelo planeta em poucas semanas e tem elevado o número de infectados em países da Europa e nos Estados Unidos. No final de dezembro, pela primeira vez durante a pandemia, mais de 1 milhão de casos foram registrados em um único dia em todo o mundo.

A OMS – Organização Mundial da Saúde – classifica a disseminação do vírus como sendo um “tsunami” e alerta para os riscos de colapsos nos sistemas de saúde. Devido à proteção garantida pelas vacinas e das características da nova cepa, que causa sintomas mais brandos, o número de mortes não tem crescido no mesmo ritmo.

Dados da plataforma Our World in Data demonstram que a variante Ômicron é responsável por 58,3% dos contágios pelo Coronavírus registrados no Brasil. Batizada de “Ômicron” para não atribuir a variação a um país ou região, a cepa B1.1.529 do SARS-CoV-2 foi descoberta há dois meses na África do Sul. Como citado anteriormente, apesar de ser mais transmissiva, ela é menos mortal do que outras mutações.

Sintomas comuns da Ômicron (variante da Covid-19):

  • Tosse seca
  • Dor de garganta
  • Febre
  • Dificuldade para respirar
  • Perda do olfato ou paladar

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Saiba mais sobre a nova gripe H3N2

O vírus H3N2 é uma variante do vírus Influenza A, que é um dos principais responsáveis pela gripe comum e pelos resfriados, sendo facilmente transmitido entre pessoas por meio de gotículas liberadas no ar quando a pessoa gripada tosse ou espirra.

O período de incubação do vírus H3N2 é de três a cinco dias, quando começa a manifestação dos sintomas. Porém, também é possível que uma pessoa tenha a doença de uma forma assintomática, sem apresentar nenhuma reação.

Durante o período de incubação ou em casos de infecções assintomáticas, o paciente também pode transmitir a doença. O período de transmissão do vírus em crianças é de até 14 dias, enquanto nos adultos é de 7 a 10 dias.

A doença pode começar a ser transmitida até um dia antes do início do surgimento dos sintomas. O período de maior risco de contágio é quando há sintomas, sobretudo febre.

Sintomas comuns da gripe H3N2 (variante do vírus Influenza A):

  • Tosse seca
  • Dor de garganta
  • Coriza
  • Dor de cabeça
  • Dor muscular
  • Mal-estar
  • Febre

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Flurona, infecção dupla de Covid-19 e Influenza: o que é?

Com avanço da Ômicron, casos de dupla infecção por Covid e gripe se espalham pelo país, uma situação que provavelmente existe desde o início da pandemia, mas é subnotificada. Segundo a Reuters, casos de infecção simultânea de Covid-19 e outro tipo de vírus respiratório, como influenza, começaram a ser identificados país afora, em meio ao avanço da variante Ômicron e o relaxamento dos cuidados das pessoas com medidas de prevenção contra o coronavírus na virada do ano.

O nome é um neologismo que une o nome de dois vírus: “flu” de Influenza e “rona” de Coronavírus e o primeiro caso foi identificado em Israel.  O fenômeno é menos frequente do que a contaminação por apenas um dos vírus, mas pode se tornar mais comum em meio à retomada das atividades, à nova onda de Ômicron e ao surto de H3N2 no verão, fora de época.

Registros de “flurona” são menores por conta da subnotificação de casos de influenza: como os sintomas são semelhantes aos do Coranavírus, a rede pública não testa para gripe se o indivíduo apresentar resultado positivo para coronavírus. Assim, o exame para influenza acaba sendo feito apenas se o paciente está em estado mais crítico, com diagnóstico de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), e apresenta resultado negativo para Coronavírus. O duplo-teste é mais comum em hospitais e laboratórios privados que utilizem a mesma amostra para verificar a presença de diversos vírus.

A infecção dupla não significa que um supervírus tenha se recombinado a partir de dois vírus e sim que a pessoa tem duas doenças ao mesmo tempo. Os sintomas da Flurona são uma intersecção entre os sintomas da Covid-19 e Influenza.

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Confira algumas perguntas frequentes que podem te ajudar

Como diferenciar os sintomas da Covid-19 e da Influenza?

Os sintomas das duas doenças são muito parecidos, por isso sempre indicamos que, ao sentir algum dos sintomas, um médico seja prontamente procurado. Porém, existem sinais que apresentam uma tendência de serem mais presentes em uma patologia que em outra. Por exemplo, a temperatura mais elevada é mais frequente em casos de gripe, assim como tosse seca, coriza, dores musculares e dores de cabeça. Se os sintomas se arrastam por um tempo mais longo, tende a ser Covid-19, que também tem como sintomas o cansaço e a tosse mais persistente.

O que fazer se houver uma dupla infecção (“flurona”) por gripe e Covid-19?

Quando a pessoa contrai os dois vírus ao mesmo tempo, os sintomas serão simultâneos e não há uma grande diferenciação. O paciente pode ter febre alta e súbita, principalmente na influenza, e terá dor no corpo nas duas infecções, tosse e dor nas articulações. Com a nova variante Ômicron, ele pode ter dor de garganta, rinite e/ou sinusite, então, não existe como fazer a diferença apenas pelos sintomas, sem a realização de um exame para o duplo diagnóstico.

Qual o público mais vulnerável para ambos os casos?

Alguns grupos merecem atenção especial. As crianças menores costumam ser mais atingidas pela gripe que pela Covid-19. A sintomatologia nesse público e o quadro clínico podem evoluir de maneira mais preocupante para uma pneumonia, uma otite ou um quadro respiratório mais agudo.

Outros dois grupos que também merecem atenção especial são os idosos e as gestantes, tanto para a gripe quanto para a Covid-19, que podem evoluir para quadros mais graves. Se faz necessário compreender a importância da vacinação, que garante uma proteção para esses grupos que são predispostos a evoluir para quadros piores.

Quais são os cuidados necessários, em caso de infecção?

Os cuidados para a recuperação do paciente, nos dois casos, não mudam. É necessário o isolamento, com distanciamento social inclusive de familiares que moram na mesma casa, a higienização das mãos, o uso de máscara, hidratação, repouso e fármacos para aliviar os sintomas.

Para casos leves de síndromes respiratórias, os usuários podem procurar as Unidades Básicas de Saúde. Já para quadros mais graves, tanto de gripe quanto de Covid-19, os usuários devem procurar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)

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