Conheça as doenças que surgem de forma mais comum nessa estação de clima quente e veja como a telemedicina pode te ajudar no diagnóstico e tratamento delas.

Apesar de estarmos vivendo um verão atípico, por conta da pandemia do Coronavírus, segue sendo muito importante estar atento à saúde neste período de aumento de temperatura climática. O calor e a umidade do verão são um prato cheio para o surgimento de algumas doenças, sendo que, grande parte delas, podem ser tratadas por um médico online através da teleconsulta.

Ressaltamos que, de acordo com pesquisas realizadas pela Organização Metereológica Mundial – OMM, 2020 foi um dos 3 anos mais quentes da história, atrás de 2016 e 2019, em uma estatística que remonta registros globais desde 1850. O Ártico Siberiano, por exemplo, atingiu 5°C acima da média, o que demonstra que seguiremos tendo dias bastante quentes no início deste 2021.

As doenças de verão acontecem muito especialmente devido à combinação de suor, sol, água do mar ou piscina e a exposição do corpo com poucas roupas. Somado a isso, o clima quente torna propícia a proliferação de mosquitos, assim como de fungos e bactérias. Para realizar o controle adequado, além do autocuidado que cada pessoa deve ter com sua saúde, é preciso se atentar à qualidade da alimentação e ao aumento da hidratação. Ainda, adotar bons hábitos de higiene e procurar orientação médica ao sinal da primeira queixa ou dúvida, tendo na teleconsulta o apoio ideal para ser atendido por um médico de forma rápida e em segurança, sem precisar sair de casa.

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Novo comportamento do brasileiro é levantado por conta da pandemia

Antes de falarmos sobre cada doença que costuma surgir com mais frequência durante o verão, é necessário apresentar as mudanças de comportamento que surgiram neste período de isolamento social. Mesmo sendo um período de festas de fim de ano e férias escolares, associado à passeios, viagens, praia, piscina e atividades ao ar livre, estudos apontam que o brasileiro decidiu viajar menos.

A pesquisa Poder Data, realizada entre 7 a 9 de dezembro em 505 municípios dos 27 estados do país, levantou que 88% dos brasileiros não iriam viajar no Natal ou no Ano Novo, sendo que, em outubro, este número era de 75%. Apenas 8% das pessoas pretendiam viajar e outras 4% ainda não sabiam. Entretanto, as reuniões familiares aconteceram em grande parte dos domicílios, com parentes ou amigos mais próximos, o que significa que o alerta para os riscos de patologias segue sendo válido.

Confira, então, quais são as 7 doenças mais comuns no verão:

1. Desidratação

O aumento do suor e da exposição solar fazem com que o corpo perca mais líquido e sais minerais no verão com a transpiração. Seja na piscina, na praia, ou em casa – neste momento de necessidade de fazer atividades com as crianças ou, até mesmo, pelo aumento no consumo de alimentos devido às festividades, as pessoas podem não perceber quando entram no quadro de desidratação.

É comum perdermos cerca de 2,5 litros de água por dia, pela urina, saliva, suor e fezes. Entretanto, a desidratação ultrapassa esse limite, e vem acompanhada de sintomas como mal-estar, fraqueza, ressecamento dos olhos e boca, maior irritabilidade e redução da frequência de urinar.

Para se prevenir o agravamento e a internação, recomendamos que seja ingerido muito líquido – em torno de 3 litros, o consumo de alimentos frescos e leves, a utilização de roupas adequadas ao clima e que as pessoas permaneçam em ambientes mais arejados e com sombra.

2. Micoses na pele

Causadas por fungos que se proliferam em regiões quentes e úmidas do nosso corpo, as micoses têm o surgimento elevado no verão, período em que favorece a reprodução desses micro-organismos. Dentre os principais sintomas, bastante desconfortáveis, destacamos a forte coceira, seguida por ressecamento da pele e vermelhidão.

Para evitar as micoses, o corpo precisa estar sempre seco, em especial as regiões com dobras, como a virilha, o espaço entre os dedos das mãos e dos pés, e as axilas. As sair das piscinas, do mar ou do banho, procure enxugar bem o corpo e não permanecer muito tempo com maiôs ou biquínis molhados. Quem transpira em excesso, é importante ter sempre em mãos lenços de papel ou tecido, para reduzir a umidade da pele. Além disso, evitar a utilização de sapatos fechados ajuda bastante na prevenção, assim como o uso de roupas leves, e o não-compartilhamento de objetos de higiene pessoal, como toalhas.

Ambientes comunitários, que devem ser evitados especialmente na pandemia, são propagadores de micoses, como piscinas, praias, banheiros e vestiários. Portanto, sugerimos que as pessoas não andem descalças em locais molhados e com grande concentração de pessoas.

3. Intoxicação alimentar

Apesar das pessoas estarem indo menos a restaurantes e, especialmente, em viagens ou à praia, a preocupação com a intoxicação alimentar ainda deve estar presente. Conforme apresentado em pesquisa realizada pela Mobilis (startup de gestão de finanças), foi levantado um crescimento de 94,67% na utilização de aplicativos de delivery de alimentação durante a pandemia, como Ifood, Rappi ou Uber Eats.

A grande vilã da intoxicação alimentar é a conservação inadequada de alimentos durante este período mais quente. O quadro acontece como uma reação natural do nosso corpo, após a ingestão de comidas contaminadas por fundos, bactérias ou toxinas produzidas por micro-organismos, que causam náuseas, diarreia, vômitos, febre e, por fim, causam desidratação e mal-estar.

Desse modo, especialmente agora, procure sempre checar a procedência dos alimentos que consome, analisando a aparência deles, o odor e se foi produzido em um local com boa higiene. Havendo dúvidas, não coma e coloque sua saúde em primeiro lugar! Em casa, também tenha o cuidado de manter os alimentos refrigerados e de não consumir, de maneira alguma, o que estiver fora da validade.

4. Sintomas gripais – Covid-19, dengue, gripes e rinite

Nunca se falou tanto sobre os sintomas gripais, devido ao Coronavírus e as semelhanças entre seus sintomas com demais doenças, especialmente a gripe, a dengue e a rinite. Diariamente, recebemos dezenas de chamadas de pacientes com dúvidas em relação ao desconforto gripal ou alérgico que sentem. Portanto, estar atento e ser rápido na busca por apoio especializado é fundamental, até que o diagnóstico seja realizado e você possa estar em segurança – tendo a responsabilidade de, enquanto estiver com sintomas gripais, não ter contato com outas pessoas, pois você pode estar infectado com o Coronavírus.

Para ver os sintomas exatos de cada uma das doenças, confira esse artigo e entenda as diferenças.

O Ministério da Saúde emitiu um alerta vermelho quanto ao aumento dos casos de Dengue neste período de aumento de chuvas, indicando que esse ‘velho inimigo’ tem sido deixado de lado, uma vez que o grande foco é o combate à Covid-19. Então, é necessário fazer a sua parte e cuidar dos vasos de plantas, eliminar a presença de possíveis focos de acúmulo de água, como pneus, garrafas pets e manter em dia a limpeza de calhas. O uso de repelentes também é de grande apoio para esse momento, até porque o Aedes Aegypti transmite ainda outras doenças, como a zika e a chikungunya.

Quanto ao Coronavírus, os cuidados de prevenção seguem sendo os mesmos, como higienização das mãos, uso de máscaras e distanciamento social, uma vez que, no momento, tem sido comum a transmissão entre familiares que moram na mesma casa. Caso você sinta qualquer sintoma, que possa se tratar de qualquer uma dessas doenças, procure imediatamente orientação médica, sem esperar!

5. Conjuntivite

A conjuntivite bacteriana é facilmente transmitida durante o verão, pela água do mar, piscina, ou de uma pessoa para outra, sendo uma doença comum do período. Para evitar a contaminação por essa doença tão incômoda e altamente transmissível, não mergulhe de olhos abertos, não compartilhe objetos pessoais, como toalhas e celulares, e não tenha contato direto com pessoas que estão com a doenças.

Os principais sintomas são olhos vermelhos, inchados, com ardência e secreção. É comum a sensação de, pela manhã, ao acordar, sentir que os olhos estavam colados, dificultando abri-los. Ao notar um desses sinais, evite imediatamente a exposição a outras pessoas e procure orientação médica. Nós podemos te ajudar online, a qualquer momento, em busca do alívio dos sintomas e da cura!

6. Otite

Mais frequente em crianças, mas também comum entre os adultos, a infecção dos ouvidos é bastante recorrente nessa estação, por conta do acúmulo de água no canal auditivo, especialmente do mar ou da piscina. Após mergulhos na água, o conjunto auditivo fica molhado e favorece a entrada de vírus e bactérias responsáveis pela inflamação, causando fortes dores, seguidas por febre e, algumas vezes, também vomito e mal-estar.
Atenção especial às crianças, que muitas vezes não sabem explicar o que estão sentindo e precisam de apoio imediato, para que o quadro não se agrave ainda mais, a ponto de haver a necessidade de internação.

Para preservar a saúde auditiva, o ideal seria utilizar protetores auricular ao entrar na água. Já que isso não faz parte de nossa cultura, busque, ao menos, manter a região dos ouvidos seca ao sair do mar ou piscina, com o uso de cotonetes, visando reduzir a proliferação de agentes infecciosos. Ao sentir um sinal de incômodo, procure um médico. Nós podemos te ajudar, de onde você estiver, com uma consulta em nossa plataforma.

7. Insolação e queimaduras

A exposição em excesso ao sol e sem proteção adequada podem levar à insolação e queimaduras, especialmente nos períodos em que os raios violetas estão mais fortes – das 10h às 16h. Seja na praia, na piscina, em atividades ao ar livre ou no quintal de casa, os riscos do quadro são grandes e requerem um olhar atento, já que este problema causa um distúrbio no mecanismo de controle da temperatura corporal.

Os principais sintomas são fraqueza, mal-estar, febre alta, aceleração dos batimentos cardíacos, tontura, vomito, dificuldade para respirar, desmaios e queimaduras na pele. Quanto às últimas, podem ser de primeiro grau, com vermelhidão da pele, ou de segundo, quando surgem as bolhas. Há, também, as fitodermatoses, manchas escuras que surgem com por conta da presença de caldo de limão ou perfumes na pele, em combinação com o sol.

Para se prevenir, é preciso reduzir a exposição direta ao sol, higienizar a pele e se proteger adequadamente, com protetor solar, chapéus, bonés, roupas que cubram o corpo, utilização de filtro solar e ingestão de muito líquido! Ao se sentir mal, procure por nossa equipe médica do plantão, para te tratar de forma rápida.

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Está com alguma dessas queixas ou precisa de alguma outra orientação sobre sua saúde ou a de sua família? Nossa equipe do plantão médico online está à disposição 24 horas para te entender de forma rápida, sem complicações. Acesse nosso site, faça o seu cadastro, e converse com um profissional por vídeo ou chat. Emitimos receitas médicas virtuais (tarjas branca e vermelha, inclusive antibióticos), atestados de saúde e pedidos de exames. Caso prefira, você ainda pode escolher agendar com um médico de determinada especialidade. Conte com a gente, o seu consultório médico virtual!

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